[CRÍTICA] filme, PREDESTINATION

Voltar no tempo nunca foi tão confuso, legal, emocionante e perturbador.


O gênero ficção cientifica costuma nos apresentar histórias muita boas e por vezes complexas. Alguns filmes, precisamos assistir mais de uma vez pra conseguir entender o que se passou. Lembro que quando assisti o filme PI de Darren Aronofsky, fiquei, tipo, wtf?  O mesmo ocorreu com Matrix, dos irmãos Wachowsky e o ótimo e pouco divulgado Coeherence de James Ward Byrkit. Os irmãos Michael e Peter Spierig, conseguiram fazer jus ao gênero nos apresentando uma obra complexa, forte e ainda por cima, com viagens no tempo com o Paradoxo da Predestinação como norteador do filme.

[RESENHA] O BEBÊ DE ROSEMARY, de IRA LEVIN

Ano de Lançamento: 1967
Editora: Nova Cultural
Páginas: 173
Nota: 4/5

Rosemary é uma dona de casa casada com um jovem e AMBICIOSO ator de comerciais, Guy, que conseguem alugar o apartamento dos sonhos. Apesar do passado sombrio do hotel – por lá viveram satanistas, bruxos, psicopatas e mais um monte de sei lá o que – o casal está feliz com a nova moradia. Alguns dias após a mudança, conhecem um casal de idosos, os Castevets, que moram no mesmo andar que eles. Os Castevets são imensamente desagradáveis porém, Guy gosta deles e Rosemary acaba aceitando a convivência. A vida do casal começa a dar uma guinada positiva e eis que resolvem ter um filho. Tudo ia bem até Rosemary suspeitar de algumas coisas envolvendo ela, Guy e o bebê que carrega no ventre. Mas, será que é real ou fruto da imaginação de Rosemary?

Creio que muita gente já o viu o ótimo filme O Bebê de Rosemary (1968), dirigido por Roman Polansky estrelado por Mia Farrow. E, apesar da fidelidade da adaptação, a escrita do livro consegue te surpreender muito positivamente. 

LENDO OS CLÁSSICOS [APRESENTAÇÃO]

Ao ler os clássicos, você entra em contato com conhecimentos que estão de acordo com aqueles que os criaram, sem que nada tenha sido suprimido, acrescentando ou alterado.


Segundo Ítalo Calvino, escritor italiano nascido em Cuba, um clássico é “um livro que nunca terminou de dizer aquilo que tinha pra dizer”. Em suma, a leitura de uma obra clássica, nos dá a oportunidade de toda vez que à lemos e relemos, nos depararmos com algo diferente daquilo que pensávamos que era ou, reparamos em algo que havia-nos passado despercebido na primeira vez. Além desta experiência única, ler os clássicos nos proporciona entrar em uma história mágica, rica, que nos faz analisar não só o livro, mas também o período em que foi escrita dando-nos uma passagem de ida pra uma época ou lugar que por questões temporais, não podemos presenciar. Às vezes também nos tocam de uma forma impressionante, além de um acréscimo intelectual.

[RESENHA] O VENTO PELA FECHADURA, de STEPHEN KING

Ano de Lançamento: 2013
Editora: lSuma das Letras
Páginas: 283
Nota: 5/5
        



              “Eu não miro com a mão. Aquele que mira com a mão esqueceu o rosto de seu pai. Eu miro com o olho. Eu não atiro com a mão. Aquele que atira com a mão esqueceu o rosto de seu pai. Eu atiro com a mente. Eu não mato com a arma. Aquele que mata com a arma esqueceu o rosto de seu pai. Eu mato com o coração!”



Apesar de não ser bem conhecia do público geral, a série Torre Negra é uma saga (sete livros mais um) simplesmente genial. Não vou me delongar em demasia sobre a série (até porque pretendo fazer um post sobre a mesma em breve), só digo que pra todos que gostam do livros de Stephen King, não deixem de ler esta saga.

Já faz uns três anos que terminei de ler a Torre Negra. Quando vi que King lançou um novo livro sobre o Mundo Médio, fiquei com um pouco de receio: será um reboot, algo que mude o que já sabemos sobre o Ka-tet de Roland. Pra minha feliz surpresa, não foi nada disso. 

[RESENHA] HOLOCAUSTO BRASILEIRO, de DANIELA ARBEX

Ano de Lançamento: 2013
Editora: Geração Editorial
Páginas: 255
Nota: 5/5


    "Depois que perdi meu emprego, tudo se descontrolou. Da cadeia, me mandaram para o hospital, onde eu ficava pelado, embora houvesse muita roupa na lavanderia. Se existe inferno, o Colônia era esse lugar"

Imagine um local para onde eram enviados homossexuais, epiléticos, garotas grávidas antes do casamento, doentes mentais, mendigos, indigentes, militantes políticos, acoólatras, enfim, toda uma gama de pessoas indesejadas. Lá, elas eram despidas, dormiam em camas de palha, bebiam água do esgoto que corria a céu aberto entre um pavilhão e outro, mulheres incapazes eram estupradas, a agressão era comum, passavam fome, morriam de frio e, não bastando toda a sorte de vilania, os corpos do mortos ainda eram vendidos de forma ilegal a instituições de ensino.

O relato acima mais parece algo saído de uma ficção ou de algum campo de concentração Nazista. Mas não meus caros, este local foi bem real e aconteceu aqui em terras tupiniquins. Estamos falando do Hospital Colônia de Barbacena (MG).

[RESENHA] PROVA DE FOGO (MAZE RUNNER #2), de JAMES DASHNER

Ano de Lançamento: 2012
Editora: V&R Editoras
Páginas: 364
Nota: 4/5


Depois de escaparem das armadilhas do labirinto, Thomas, Minho, Teresa e os outros clareanos não tem nem tempo de relaxar direito e já são jogados em mais um teste experimental num cenário tão (ou mais) perigoso que o labirinto, o deserto. Se você esperava algumas respostas, você terá, entretanto, outras tantas perguntas serão apresentadas que a trajetória de Thomas e seu bando parecem estar rodando em círculos, sempre voltando para um ponto inicial que levará a outro ponto inicial. Será que o terceiro livro irá responder tudo e dar um fim digino a esta ótima série distópica?

Depois de saírem do Labirinto e serem levados para um local seguro, os clareanos podem descansar, se alimentarem e relaxar um pouco. Bem pouco na verdade. Teresa é raptada e no lugar dela um garoto é introduzido, Áris. Este passou pelos mesmos teste e experimentos que os clareanos só que no caso dele, as coisas foram invertidas: ele era o único menino e cercado de várias meninas. 

[RESENHA] EXTRAORDINÁRIO, de R.J. PALACIO

Ano de Lançamento: 2013
Editora: Intrínseca
Páginas: 318
Nota: 5/5


        "...E, se fizerem isso, se forem apenas um pouco mais gentis que o necessário, alguém, em algum lugar, algum dia, poderá reconhecer em vocês, em cada um de vocês, a face de Deus."

August Pullman é um garoto de dez anos. Como todo garoto, gosta de brincar, tem suas preferências alimentícias, gosta de alguns filmes  - no caso dele é fã de Star Wars – enfim, é um garoto normal. Quer dizer, seria considerado normal não fosse uma anomalia genética que deformou seu rosto.

Devido a esta pequena característica, a vida de Auggie nunca foi aquilo que ele quereria: normal. Passou por muitas cirurgias ficando dias e dias internado em hospitais. Não bastando isso, Auggie ainda tem de lidar com o preconceito dos outros.