[RESENHA] Celular, de Stephen King

Ano de lançamento: 2006
Editora: Objetiva
Páginas: 395
Nota: 4/5



"O que Darwin foi educado demais

para dizer, meus amigos, é que dominamos a Terra

[...] porque sempre fomos os mais loucos,

os mais desgraçados homicidas da floresta."


Pensar que hoje seria possível uma vida sem celular é quase como pensar em viver sem contato social. O aparelho deixou de ser apenas um instrumento circunstancial de "contato" para ser uma ferramenta indispensável nas interações sociais - seja trabalho ou lazer. É quase como um novo apêndice de nosso corpo. Stephen King usa essa nossa dependência para ser o que possibilita a extinção da espécie humana - ao menos como nós à conhecemos.

[RESENHA] O Desfiladeiro do Medo, de Clive Barker

Ano de lançamento: 2002
Editora: Bertrand Brasil
Páginas: 700
Nota: 5/5
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"Um monstro jaz a espreita dentro de mim

uma confusão de feridas e penúria,

porém mais furioso em vida e poder,

o eu que jaz a espreita dentro dele."
(Clive Barker)


De forma meio que constante, tenho por hábito reler alguns livros que achei extremamente bons. O Desfiladeiro do Medo foi o primeiro - e até agora único - livro que li de Clive Barker. Sem sombra de dúvidas, é um dos melhores livros do gênero que li. Tanto o enredo como as descrições são fantásticas. Tão bom que li ele ano retrasado e já reli agora. Chega de delongas e vamos lá. 

[RESENHA] A Mulher do Viajante no Tempo, de
Audrey Niffenegger

Ano de lançamento: 2003
Editora: Suma de Letras
Páginas: 496
Nota: 5/5
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"É difícil ficar para trás.

Espero Henry, sem saber dele,

me perguntando se está bem.

É duro ser quem fica..."

Recentemente li um livro que usava o tema de viagem no tempo pra discorrer sobre amor (apesar de não ser necessariamente este o mote principal do livro). Mas, após o termino da leitura, fiquei me perguntando como seria viver apaixonado por alguém que veio de tempos ainda não vividos. Que soubesse de tudo. Audrey Niffenegger pegou isso e deu uma perspectiva louca para essa ideia fazendo que nem tudo sejam flores para o viajante temporal, mas, no final, o amor prevalece à tudo. 

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